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Veja versão original (em inglês):
http://www.dilbert.com/comics/dilbert/archive/images/dilbert2610860061225.gif
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Mais um artigo muito interessante que encontrei e senti a necessidade de compartilhar.
Dessa vez é de um blog, o Diário da Revolução, por isso não vou reproduzi-lo, vou apenas apontar o link.
Baseado no artigo, criei meus próprios mandamentos:
1. Pensar por mim mesmo. (Hoje em dia, isso é muito difícil)
2. Desenvolver habilidades diversas. (Em outras palavras: Estudar, estudar e estudar)
3. Pensar Grande. (Já que vai pensar, pense grande)
4. Tentar compreender as outras pessoas antes de tirar conclusões e criticar. (Acredite, isso pra mim é uma conquista)
5. Trabalhar o máximo, feliz. (O trabalho enobrece o homem)
6. Lutar por meus objetivos. (Se eu não o fizer, quem fará?)
7. Criar minhas oportunidades. (Ficar esperando elas aparecerem não vai ajudar)
8. Nunca fazer algo que possa me envergonhar. (Mais do que me importar com o que os outros vão pensar, devo me importar com o que eu mesmo vou pensar)
9. Agradecer por todas as conquistas. (Não importa a quem você vai agradecer, agradeça nem que seja a você mesmo)
10. Ser feliz e irradiar bom-humor. (Isso por si só já torna a vida mais fácil)
Veja o artigo completo:
Não importa de onde você veio, nenhum lugar poderia ser mais longe de casa do que viver uma mentira.
Certas coisas são tão boas, tão inspiradoras que dá vontade de dividir com todo mundo. O que vou disponibilizar a vocês é uma delas. O texto que segue foi escrito por Nizan Guanaes para uma turma de formandos da FAAP.
Esse texto é tão forte, tão intenso, cheio de motivação que eu já o li (e leio) várias vezes, espero que seja tão útil a vocês quanto foi pra mim.
Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, sou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.
Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.
A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: “Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo. E ela responde: Eu também não, meu filho”.
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem, como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassú. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.
É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tendo consciência de que, cada homem foi feito, para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.
E isso se chama sucesso.
Com certeza você já se perguntou se o caminho que está seguindo lhe trará sucesso, não é mesmo? Todos nós, em determinados momentos de nossas vidas nos fazemos essa pergunta, e não apenas uma vez. Fazemos essa pergunta durante toda a vida, praticamente.
O que determina o sucesso?
Cada indivíduo tem uma resposta para essa pergunta, mas indubitavelmente dentre as respostas, a mais expressiva é “gostar do que faz”. É um consenso geral que quem ama o que faz é mais feliz, mais bem sucedido e tem melhor qualidade de vida.
Claro que cada pessoa tem uma definição da palavra sucesso. Sucesso pode significar felicidade, dinheiro, amor, saúde e talvez centenas de outras coisas. De fato, independente do significado que a palavra sucesso possa ter para você, é incontestável que você só conseguirá atingi-lo se gostar do que faz.
Podemos citar vários exemplos de diversas áreas, todos os grandes homens de negócio, todas as pessoas bem sucedidas, todos eles tem isso em comum. Atingiram o sucesso porque amam o que fazem. Jack Welch, Abílio Diniz, Donald Trump e, para um exemplo mais atual, Larry Page e Sergey Brin (fundadores do Google), trabalham em áreas totalmente diferentes, e atingiram seus objetivos, alcançaram o sucesso por um único motivo:
Além de serem competentes, eles amam o que fazem.
Você com certeza terá objeções do tipo “como posso gostar do que faço tendo o chefe que tenho”. Acredite, o único responsável pelo seu destino é você mesmo. Ninguém tem o poder de controlar sua vida, a não ser você mesmo.
Eu sou muito apaixonado por tudo o que faço, gosto de falar nas coisas que faço porque me orgulho delas, meu trabalho, meus estudos e tudo mais. Não fui sempre assim, mas passei a ser, e desde então, tudo tem acontecido da maneira como eu sempre quis. E isso tem me feito gostar ainda mais de tudo que faço.
Acredito que tudo que precisamos para ser bem sucedidos, para alcançar o sucesso (seja lá o que ele signifique para você) é imprescindível que ame o que faz.
Ser competente não é o bastante, na verdade, é o mínimo que você tem de fazer para a sua própria subsistência. Mas ser apaixonado faz de você diferente, faz de você destaque. Faz com que você chegue o mais próximo da perfeição em tudo que fizer.
Quando você se perguntar novamente “o caminho que estou seguindo me trará sucesso?”, pare e responda “você é apaixonado pelo que faz?”. Se a resposta for sim, então continue, pois a história tem mostrado que somente quem ama o que faz atinge o sucesso.
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E tem gente que leva a sério…
Link Original:
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